Sobre

Em 2010 comemoramos cem anos do nascimento de José Adelino Dantas, seridoense que foi seminarista, padre, cônego, monsenhor e bispo, além de historiador e homem devotado às Artes e às Ciências.

Este blog foi criado no ensejo das comemorações do Centenário de Dom José Adelino Dantas, em Carnaúba dos Dantas, tendo como meta a disponibilização do seu acervo documental e iconográfico. Grande parte do acervo de fotografias de Dom Adelino Dantas, que encontra-se sob a custódia do Museu Histórico Nossa Senhora das Vitórias, em Carnaúba dos Dantas, não possui identificação.

O espaço deste blog é, também, para que os internautas possam ajudar na identificação das referidas imagens. As fotografias podem ser utilizadas livremente, desde que seja citada a fonte. Caso seja possível a identificação, basta postar um comentário. O blog também está aberto para armazenas fotografias de acervos de particulares. Basta digitalizar a imagem (de preferência, em resolução de 300 dpi) e encaminhar, anexada, com a descrição, para o e-mail domadelino100anos@yahoo.com.br. Ou, então, procurar um dos curadores do blog para que ela seja digitalizada e incluída.

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Uma resposta para Sobre

  1. Vera Dantas disse:

    Penso que poderíamos comentar no blog também sobre o estudioso Dom José Adelino Dantas. A importância dos seus escritos sobre os sertões e os sertanejos.. Seus estudos teológicos. Conheci Dom Adelino em Carnaúba dos Dantas, minha terra natal, em plena adolescência e no início do curso de medicina quando o estudo de anatomia e fisiologia faz-nos refletir sobre a origem e evolução das espécies. Sempre fui inquieta e uma leitora incorrigível. Lembro-me que ele me apresentou Teilhard Chardin e dizia-me: com ele pude pensar a evolução humana e fazer a teoria evolucionista conviver com a existência de Deus. Muito aprendi com esse homem. Tínhamos longas conversas literárias, coisa pouco comum entre um senhor com mais de 60 anos e uma adolescente de 17 anos. Agora ao escrever minha tese de doutorado encontrei um filósofo, o Espinosa, que me fez lembrar daquelas conversas. Não lembro se ele me falou deste autor, mas sem dúvida, como Espinosa, ele acreditava nas potências humanas e na possibilidade de sermos afetados pelas paixões alegres, aquelas que despertam nosso conatus ou potência de ser, do viver. Para mim aqueles foram momentos que me ajudaram a ser mais, a descobrir na leitura, na música, na poesia, essa potência de ser feliz, de aprender e socializar essa felicidade.

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